luiz carlos verri coutinho2014, Ano de eleições para DEPUTADOS FEDERAIS, ESTADUAIS E SENADORES, bem como para PRESIDENTE e VICE-PRESIDENTE DA REPÚBLICA e para GOVERNADORES e VICE-GOVERNADORES para todos os estados brasileiros.
Ano de RENOÇÃO para a Câmara Estadual e Federal, para o Senado, bem como para mudanças no EXECUTIVO, tanto ESTADUAL, como FEDERAL.
É impossível de não notar a quantidade de candidatos que brotam com um único objetivo: conquistar o nosso tão valioso voto. Quanto mais candidatos, mais votos. Um mês após a eleição, 30% dos eleitores já não se lembram em quem votou, pois vota sem conhecer bem os candidatos. E a porcentagem cresce exponencialmente com o passar do tempo.
O processo antes e depois da eleição é sempre o mesmo. O candidato a Deputado na maioria das vezes é “bancado” por um candidato a Senador, ou Governador ou Presidente da República, ou por algum empresário em busca de apoio para a solução de seus problemas.
Desta forma, caso eleito, já está compromissado, não com o futuro de sua cidade ou Estado, nem com os que o elegeu, o povo, mas sim com quem “patrocinou” a sua campanha.
Como é a prática abandonará seus pares da ideologia menor, ao atingir a ideologia maior, mudará da comunidade que ajudou a elegê-lo, e em alguns casos abandona até o lar, trocando de mulher.
Literalmente, o povo foi vendido antecipadamente, como CRISTO foi vendido por JUDAS, por trinta moedas de prata, e o povo não terá o seu direito garantido pela CONSTITUIÇÃO, que declara em seu ARTIGO UM, PARÁGRAFO ÚNICO, que “todo poder emana do povo”.
Na verdade o povo serviu apenas como massa de manobra para o político conseguir o seu objetivo: O PODER, que na maioria é nefasto ao povo.
E o que fazemos para MUDAR este quadro.
Para mudar este quadro alguns paradigmas, descrito em frases como, “a ignorância do povo alimenta o mau político” e “o povo gosta de farelo de pão e circo”, terão que ser quebrados.
Mas, antes de tudo, temos que avaliar de forma sincera: o quanto queremos transformar nosso país, nosso estado, a nossa cidade, o nosso bairro, a rua que vivemos? Quão comprometidos e envolvidos queremos estar coma as questões políticas e de fato entender e saber de quem cobrar os resultados que tanto ansiamos? Queremos garantir que as mudanças tragam melhorias práticas e efetivas ao nosso dia a dia ou que apenas sejam capazes de maquiar os problemas e nosso nível de mobilização política?
Estas questões são primordiais para saber de lado estamos e o quanto queremos uma política séria, onde a ética e a transparência sejam reais e não virtuais ou aparentes. Para ir além da maquiagem reparadora e das respostas fáceis, é evidente que precisamos estar mais próximos da política, e, por conseqüência, dos políticos.
Então a participação da sociedade através de suas lideranças, principalmente as comunitárias, é de suma importância.
Infelizmente, nosso MOVIMENTO COMUNITÁRIO está COPTADO, tanto pelo EXECUTIVO, como pelo LEGISLATIVO, está PARTIDARIZADO, pelas ações predatórias do diversos PARTIDOS POLÍTICOS, que buscam apenas as
POLÍTICAS PARTIDÁRIAS, esquecendo-se das POLÍTICAS PÚBLICAS, e por fim, está DIVIDIDO na luta pelo PODER, entre seus pseudo-s líderes comunitários.
Estas lideranças deveriam MUDAR sua forma de agir, mobilizar e participar mais ativamente da política, buscando entender o mecanismo que elege os responsáveis de defender seus objetivos no LEGISLATIVO e no EXECUTIVO. Afinal, tanto o PREFEITO, o GOVERNADOR e o PRESIDENTE como os VEREADORES, os DEPUTADOS ESTADUAIS E FEDERAIS e SENADORES foram escolhidos pelos votos da maioria da sociedade, cabendo APENAS a ela a RESPONSABILIDADE dos atos cometidos por estes na gestão municipal, estadual ou federal, desta forma, estes políticos passam de réus, a vítimas. Vítimas da IGNORÂNCIA do povo que os elegeu.
Pode-se errar nas escolhas, afinal ERRAR é do ser humano, mas cabe também ao ser humano MUDAR, por isto ele foi capacitado com INTELIGÊNCIA, para discernir o CERTO do ERRADO.
Então, em 2014, VOTE CONSCIENTE, VOTE COM INTELIGÊNCIA
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